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COP26: empresas aprovam nova postura do Brasil, mas cobram acordo

O governo brasileiro começou a aparecer na COP26 nesta quarta-feira, 10. Pela manhã, o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, fez um pronunciamento oficial ao lado de ministros de outros países. Na ocasião, ele falou sobre a necessidade de regulamentação do Artigo 6º, a fim de criar um mercado global de carbono, e do financiamento de países desenvolvidos a países em desenvolvimento para financiar a transição energética.

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Mais tarde, na área oficial do Brasil, o ministro encontrou enviado especial da Casa Branca para o clima, John Kerry. A  pauta ficou concentrada em conversas técnicas sobre como o Brasil poderá atingir suas metas.

Os acontecimentos repercutiram no setor empresarial do país. “Vejo com otimistmo a participação do Brasil nesta COP, que é muito maior do que na última”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente da Ambev.

Para Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade da Marfrig, a pauta do Acordo de Paris deve ser acompanhada de perto. “Há duas grandes expectativas: que o Brasil possa cumprir suas metas e que se chegue ao acordo para a regulamentação do Artigo 6º”, afirma.

Novos anúncios

O setor empresarial também marcou presença com anúncios próprios. A locadora de veículos Movida, por exemplo, expôs a intenção de ter a ampliação da frota de veículos 100% elétricos disponíveis para locação do país, com 240 veículos.

Enquanto isto, a Malwee anunciou o plano 2030. “Já reduzimos 75% das emissões nos últimos cinco anos, investindo em energia renovável em nossa operação. Agora, o compromisso é chegar em 2030 com mais 50% de redução, em relação a 2019, e 58% na cadeia”, diz Guilherme Weege, CEO do Grupo Malwee.

EXAME na COP

Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) é um tratado internacional com o objetivo de estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera.

Uma das principais tarefas da COP é revisar as comunicações nacionais e os inventários de emissões apresentados por todos os países-membros e, com base nessas informações, avaliar os progressos feitos e as medidas a ser tomadas.

Para além disto, líderes empresariais, sociedade civil e mais, se unem para discutir suas participações no tema. Neste cenário, a EXAME atua como parceira oficial da Rede Brasil do Pacto Global, da Organização das Nações Unidas.

Leia a cobertura completa da EXAME sobre a COP26

Fonte

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